Esse é o primeiro texto, escrito sem jeito, por um alguém
que nas aulas de português dormia, e nas de matemática, pra resolver alguma
equação sentia uma grande euforia.
Esse é o segundo parágrafo... aqui já não sei mais o que escrever.
Escrever não é tão simples como pensar.
Escrever não é tão simples como falar.
Escrever não é tão simples como comer.
Escrever não é tão simples como respirar.
Mas, escrevo porque fui obrigada a ir a escola quando criança e
aprendi as técnicas gramaticais literárias do português. Cresci no ocidente,
por isso escrevo desta maneira. Moro no Brasil, e não tenho como não falar
Brasileirês.
Enfim, caro humano, eu encontrei um dia desses aí, uma antiga
máquina de datilografia num canto escuro de um quarto de casa. E aprendendo a
socar suas duras teclas enferrujadas, descobri o amor em colocar meus diversos
pensamentos em palavras escritas.
Dedico aqui,
meus versos e prosas a todos humanos que nesta terra habitam.
Att, Mie.
P.s.:
desculpem-me os erros de português, aceito cursos de gramática SEM professor
Pascoali.
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