quinta-feira, 16 de abril de 2015

Caro Humano,

Esse é  o primeiro texto, escrito sem jeito, por um alguém que nas aulas de português dormia, e nas de matemática, pra resolver alguma equação sentia uma grande euforia.

Esse é o segundo parágrafo... aqui já não sei mais o que escrever.

Escrever não é tão simples como pensar. 
Escrever não é tão simples como falar. 
Escrever não é tão simples como comer.
Escrever não é tão simples como respirar.

Mas, escrevo porque fui obrigada a ir a escola quando criança e aprendi as técnicas gramaticais literárias do português. Cresci no ocidente, por isso escrevo desta maneira. Moro no Brasil, e não tenho como não falar Brasileirês.

Enfim, caro humano, eu encontrei um dia desses aí, uma antiga máquina de datilografia num canto escuro de um quarto de casa. E aprendendo a socar suas duras teclas enferrujadas, descobri o amor em colocar meus diversos pensamentos em palavras escritas.

Dedico aqui, meus versos e prosas a todos humanos que nesta terra habitam.

                                                                                   



Att, Mie.

P.s.: desculpem-me os erros de português, aceito cursos de gramática SEM professor Pascoali.


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